E afim de seguir o critério ‘nós dois’, mais uma vez estou aqui perdida sem saber o que estamos fazendo, mais uma vez estou aqui me torturando para não te procurar, e mais uma vez tenho jurado que não vou me preocupar porque o que tiver de ser será. Prefiro acreditar que dessa vez vai ser mais fácil e que não vai adiantar você me ligar as onze horas da noite, quando eu já me dei por vencida, dizendo que ta com saudade e me quer por perto (quando muito). Isso porque nas ultimas vezes só a voz mansinha do outro lado da linha bastou pra que eu fosse dormir feliz e conformada. E ao escrever isso eu lembro a ultima vez que você ligou cheio de preocupações, isso porque o seu estava na reta, e me fez ficar pior do que estava desde o dia anterior. E quer saber? Esse seu egoísmo tem me cansado. Pra ser sincera, só por causa dessa paixãozinha incontrolável tenho permanecido aqui. Eu tenho engolido muitos sapos pra ter você e o máximo que tenho conseguido são seus beijos e carinhos em momentos escondidos e confusos. Não ta fácil continuar compreendendo (ou achando que compreendo) todos seus medos e tudo que tem nos feito agir assim: superficial, esquematizado, diferente do que somos. Você não sabe, mas pra aceitar essa necessidade de te ter comigo eu evito a cada dia lembrar de tudo que já passei, dos tantos trancos que a vida me deu. Porque você me deixa insegura, você não entende que a dificuldade não é só sua, você não faz acreditar que é sincero o que sente por mim, ainda que diga a todos que é. O máximo que eu consegui de você foram poucas frases que me custaram a dormir, foram mensagens que me fizeram sorrir e alguns dias pra guardar na memória. E eu não tenho te pedido mais que isso, eu não tenho te exigido exclusividade, eu só tenho tentado te fazer entender que é aqui o teu lugar. Mas você não entende. E vai chegar o dia em que você vai olhar pra trás e ver que teria acertado ficando aqui, vai chegar o dia que você vai me procurar dizendo que quer uma chance pra consertar todos os buraquinhos que tem feito no meu coração, vai chegar o dia, e eu sei que vai, porque é sempre assim. Todos que eu tive certeza que não voltariam, voltaram . Só ta faltando você. .
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Tá faltando você!
E afim de seguir o critério ‘nós dois’, mais uma vez estou aqui perdida sem saber o que estamos fazendo, mais uma vez estou aqui me torturando para não te procurar, e mais uma vez tenho jurado que não vou me preocupar porque o que tiver de ser será. Prefiro acreditar que dessa vez vai ser mais fácil e que não vai adiantar você me ligar as onze horas da noite, quando eu já me dei por vencida, dizendo que ta com saudade e me quer por perto (quando muito). Isso porque nas ultimas vezes só a voz mansinha do outro lado da linha bastou pra que eu fosse dormir feliz e conformada. E ao escrever isso eu lembro a ultima vez que você ligou cheio de preocupações, isso porque o seu estava na reta, e me fez ficar pior do que estava desde o dia anterior. E quer saber? Esse seu egoísmo tem me cansado. Pra ser sincera, só por causa dessa paixãozinha incontrolável tenho permanecido aqui. Eu tenho engolido muitos sapos pra ter você e o máximo que tenho conseguido são seus beijos e carinhos em momentos escondidos e confusos. Não ta fácil continuar compreendendo (ou achando que compreendo) todos seus medos e tudo que tem nos feito agir assim: superficial, esquematizado, diferente do que somos. Você não sabe, mas pra aceitar essa necessidade de te ter comigo eu evito a cada dia lembrar de tudo que já passei, dos tantos trancos que a vida me deu. Porque você me deixa insegura, você não entende que a dificuldade não é só sua, você não faz acreditar que é sincero o que sente por mim, ainda que diga a todos que é. O máximo que eu consegui de você foram poucas frases que me custaram a dormir, foram mensagens que me fizeram sorrir e alguns dias pra guardar na memória. E eu não tenho te pedido mais que isso, eu não tenho te exigido exclusividade, eu só tenho tentado te fazer entender que é aqui o teu lugar. Mas você não entende. E vai chegar o dia em que você vai olhar pra trás e ver que teria acertado ficando aqui, vai chegar o dia que você vai me procurar dizendo que quer uma chance pra consertar todos os buraquinhos que tem feito no meu coração, vai chegar o dia, e eu sei que vai, porque é sempre assim. Todos que eu tive certeza que não voltariam, voltaram . Só ta faltando você. .
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Paralelos Incertos
Eu sei que ele sabe que nós formamos sim um belo casal. Eu sei que, assim como eu, ele pensa em nós dois antes de dormir. Sei que independente dessa divisão de carinho o que eu sinto por ele continua aqui. Mas será que ele sabe o quanto eu tenho custado a dormir por sua causa? Sabe dos pesadelos que ando tendo desde que ele foi embora? Será que ele faz idéia do quanto eu torço a cada minuto pra que ele ignore meu pedido de distância com uma mensagem, ligação ou recado que me faça sorrir? Será que ele ainda vai se tocar do quanto tem sido burro me deixando partir, me permitindo tentar lhe esquecer? Não sei... mas eu vou por ai fingindo que comigo está tudo bem, fingindo que vai ser fácil esquecer todos aqueles momentos - das briguinhas bestas as reconciliações inesquecíveis - e pedindo a Deus pra que ele também esteja fingindo que não se importa com nada que eu faça, diga e sinta.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Você tem me ganhado, baby.
domingo, 3 de abril de 2011
Engraçado como ele cresceu, pensei quando o vi. Fazia quanto tempo que não nos víamos mesmo? Anos, provavelmente. A carinha de criança não mudou, o mesmo olhar, o mesmo sorriso e a fofura intacta. Não poderia deixar passar o detalhe que mais me chamou atenção, as costas se alargaram e ele cresceu muito. Talvez já pudesse o ver como homem. E em alguns dias tive a confirmação. Digo a princípio que foi impensado, algo fora dos planos, um susto que não pegou só a mim. Quanta informação em tão pouco tempo, quanta entrega em meio tanto descaso. Cresci também. Meu sorriso talvez tenha feito o mesmo, tão grande o vi por tantos dias. Os nãos foram ignorados, afinal esse é o meu forte (infelizmente), e eu só vivi. Dias e noites que quanto mais proibidas, melhores eram. Um sentimento que avançava sem fim, que me prendia no presente e completava o que antes parecia não ser possível. O final tão previsível tinha seu prazo, o sentimento havia de morrer. Quem dera... não morreu. Nenhum fio, nem por um segundo, só permanece. Nosso plural tão crescidinho, ficou bem singular e... cretino também. Sentir-se sozinha é a pior das sensações. Mas, como qualquer coisa, passa!
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