segunda-feira, 25 de julho de 2011

Meu grande (e antigo) amor!



Eu que estive tão ausente, tão indiferente, tão egoísta, ganhei de presente um amor. Um amor tão grande, resistente, bonito e antigo. Um amor que já me trouxe risos, surpresas e uma felicidade capaz de preencher uma vida inteira. Um amor desses bem completos, que te fazem ir do céu ao inferno em poucos minutos. Meu amor veio quando eu já não o esperava mais e mostrou que valia a pena tê-lo comigo mais uma vez. Ele me rodeou, me mimou, me cuidou ao mesmo tempo em que eu o evitava, torturava e magoava sem pesares. E a medida em que eu partia, o meu amor se aproximava sem hesitar, me deixando sem saída, me fazendo repensar. Ele, o meu amor, me amou quando eu já havia me adaptado a não amá-lo, sentiu minha falta quando eu já não mais sentia necessidade de tê-lo comigo e pôde, dessa maneira, compreender o quanto havia me perdido e o quanto meu sentimento havia se modificado, enfraquecido - talvez. Meu amor, meu grande amor, meu eterno amor, resgatou a esperança perdida a cada lágrima caída há alguns meses. Resgatou o lado bom que, de alguma forma, eu sabia que ainda estava em mim. O meu amor me perdeu e me ganhou, me feriu e me curou, me amou e me amou. E, no que depender de mim, continuará amando.

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